A tradição do ‘Dia da Lã’ regressa esta quinta-feira ao Corvo – a iniciativa do Ecomuseu local pretende salvar um património que marcou a identidade da mais pequena ilha dos Açores, onde a tosquia comunitária deixou de se realizar em 1969.
O evento, que decorre junto à Casa da Memória, propõe um ‘Dia Aberto’ para acompanhar todas as etapas do ciclo da lã, desde a tosquia manual até à tecelagem.
O objetivo é reativar a criação de ovelhas e dinamizar o artesanato local, que já conta com dois novos criadores e artesãos registados.
A Diretora do Ecomuseu, Deolinda Estêvão, sublinha que o foco é manter viva uma prática essencial para a memória e a sustentabilidade económica da comunidade, que conta com cerca de 440 habitantes.