PARALELO regressa à Ribeira Grande cruzando espetáculos, formação e participação comunitária

PARALELO regressa à Ribeira Grande cruzando espetáculos, formação e participação comunitária

O PARALELO — Festival de Dança e Artes Performativas regressa à Ribeira Grande, nos Açores, nos dias 24 e 25 de outubro, com uma programação multidisciplinar que cruza espetáculos, formação e participação comunitária, anunciou a organização.

Organizado pelo 37.25 — Núcleo de Artes Performativas, durante dois dias, o festival ocupa diferentes espaços da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, “aproximando artistas e públicos e convidando a cidade a viver o movimento e a performance de diferentes formas”.

“Entre espetáculos, formação e participação, o PARALELO 2026 propõe um espaço de encontro, experimentação e descoberta, onde diferentes corpos, experiências e formas de criação se cruzam”, destaca ainda a organização, em nota de imprensa.

A edição deste ano reúne três propostas artísticas: ‘KATÁBASIS’, de Valter Fernandes, ‘Vou levantar-me e morder um figo’, de Ana de Oliveira e Silva e Dinis Duarte, e “Objeto, Som, Tatuagem”, de Catarina Medeiros, João Vidal e Valentim Toste.

Segundo a organização, a programação inclui ainda o ‘workshop’ ‘A Bag Full of Sparkles — Um Saco Cheio de Tesouros’, orientado por Lea Martini, com sessões destinadas a famílias e participantes a partir dos 6 anos no Arquipélago, e outra destinada a profissionais da área da educação, na sede da Musiquim, na Casa das Associações.

No sábado, 24 de outubro, as atividades começam às 10h00 locais, na sede da Musiquim — Associação Musicoteatral dos Açores, na Casa das Associações, com um ‘workshop’ destinado a profissionais da área da educação – a participação é gratuita, mediante inscrição, através do e-mail 3725geral@gmail.com.

A programação de espetáculos arranca às 18h00, na ‘blackbox’ do Arquipélago — Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, com KATÁBASIS, de Valter Fernandes.

‘A criação explora as relações entre corpo, espaço, memória e automatismos, propondo uma experiência de introspeção e transformação’, explica o Núcleo de Artes Performativas.

Às 18h40, sobe ao palco ‘Vou levantar-me e morder um figo’, de Ana de Oliveira e Silva e Dinis Duarte, que “coloca os corpos dentro de um laboratório regido pela repetição, pelo controlo e pela necessidade de manter um sistema coletivo em funcionamento”.

No domingo, 25 de outubro, a programação prossegue com o ‘Último Domingo do Mês’, às 15h00, no Arquipélago — Centro de Artes Contemporâneas, na cidade da Ribeira Grande, com a oficina ‘A Bag Full of Sparkles — Um Saco Cheio de Tesouros’, orientada por Lea Martini e dirigida a famílias e participantes a partir dos 06 anos.

“Através de jogos, práticas e scores de performance instantânea, convida a explorar o corpo, o movimento e a imaginação, num espaço de experimentação e criação conjunta”, segundo a organização, indicando que a participação é gratuita, também mediante inscrição.

Pelas 16h30, o n’ovo studio, nas Calhetas da Ribeira Grande, recebe ‘Objeto, Som, Tatuagem’, de Catarina Medeiros, João Vidal e Valentim Toste, uma criação que “cruza corpo, som e objeto, explorando as relações e transformações que emergem do encontro entre diferentes linguagens e matérias”.

Mais do que um festival de dança, o evento afirma-se como “um espaço de encontro, partilha e pensamento sobre o corpo, o movimento e as múltiplas formas de criação contemporânea”, salienta a organização do festival, criado em 2017, em Ponta Delgada, pelo 37.25 — Núcleo de Artes Performativas, com o propósito de “dinamizar a criação e a fruição artística nos Açores, aproximando artistas, públicos e comunidade”.