A acessibilidade aérea dos Açores, um ponto crucial para o turismo e a mobilidade dos residentes, enfrenta um novo desafio com a saída da Ryanair.
A professora universitária de Turismo Sónia Avelar alerta que, embora a TAP e a SATA possam tentar colmatar a lacuna, a compensação será “parcial, mas não equivalente” à perda da companhia irlandesa.
Segundo a docente, o impacto da saída da Ryanair vai além do número de lugares, afetando o preço, a frequência, a diversidade de mercados e, em particular, os turistas mais sensíveis ao preço.
A especialista defende um planeamento mais diversificado e inteligente para o destino, focado na qualidade da experiência e na fidelização, para reduzir a dependência de uma única companhia aérea e garantir a sustentabilidade do turismo nos Açores.