A maioria dos portugueses concorda com a Constituição, mas considera que pode ser revista no caso do enriquecimento ilícito ou na redução do número de deputados.
O despedimento sem justa causa e a introdução de limites no direito à greve surgem, no entanto, como linhas vermelhas que os portugueses não querem ver ultrapassadas.
Os resultados são de um estudo do ISCTE.