A proposta da Comissão Europeia para o próximo Quadro Financeiro Plurianual não serve as Regiões Ultraperiféricas, sublinha Artur Lima.
A redução da política de coesão, em nome da competitividade e defesa e a gestão centralizada no Estado membro são aspetos que merecem as maiores reservas ao Vice-presidente do Governo.
É melhor negociar com Bruxelas do que com Lisboa, afirma Artur Lima.