Nos Açores enfrentam elevados níveis de carga de trabalho, sobretudo na violência doméstica.
Diz o sindicato que há 950 processos pendentes, mais de 100 entradas mensais e mais de 1200 inquéritos num ano.
O problema da falta de profissionais para dar conta do volume de trabalho é transversal em todo o país, por isso mesmo, hoje há greve contra a acumulação de funções.
Paulo Lona, presidente do sindicato dos magistrados do Ministério Público, aponta o principal motivo para esta paralisação.