IPSS, Misericórdias e Casas do Povo foram ouvidas hoje – deixaram elogios aos investimentos e execução do PRR, mas deixaram também muitas críticas à República.
Em causa estão as transferências do financiamento ao setor social, diz João Canedo, da URIPSSA.
A mesma preocupação foi expressa por Bento Barcelos, da URMA – o presidente da União das Misericórdias que diz não há justificação para tantos cortes no financiamento.
A Falta de financiamento, para já, não está a ter consequências no pagamento de salários, mas Jaime Rita, da Confederação das Casas do Povo dos Açores, pede mais respeito pelas diretivas europeias.
O presidente da Câmara do Comércio e Indústria dos Açores, Francisco Rosa, espera que o Turismo tenha uma atenção especial por parte do Governo no orçamento da Região para 2027.
A Presidente do Conselho Económico e Social alertou para o financiamento do Programa Novos Idosos, até agora suportado pelo PRR – Piedade Lalanda diz que o programa só tem verbas asseguradas por mais um ano.
A AICOPA reivindica para a Construção Civil uma “estratégia clara” que permita “estabilidade, previsibilidade e consistência” às empresas.
Após as obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência, e com menos investimento público disponível no próximo ano, Alexandra Bragança, Presidente da Associação de Industriais de Construção Civil, exorta o Governo a procurar novas fontes de financiamento.
A delegação dos Açores da Associação Nacional de Freguesias quer ver inscritos, no próximo Plano e Orçamento da Região, nove milhões de euros para projetos no âmbito do novo acordo de cooperação técnica e financeira – projetos que ficaram parados por causa do PRR, explica o Presidente Manuel António Soares.
Preocupações e apelos dos parceiros sociais à estabilidade financeira das instituições para 2027.