IPSS, Misericórdias e Casas do Povo foram ouvidas hoje – deixaram elogios aos investimentos e execução do PRR, mas deixaram também muitas críticas à República.
Em causa estão as transferências do financiamento ao setor social, diz João Canedo, da URIPSSA.
A mesma preocupação foi expressa por Bento Barcelos, da URMA – o presidente da União das Misericórdias que diz não há justificação para tantos cortes no financiamento.
A Falta de financiamento, para já, não está a ter consequências no pagamento de salários, mas Jaime Rita, da Confederação das Casas do Povo dos Açores, pede mais respeito pelas diretivas europeias.
Preocupações e apelos dos parceiros sociais à estabilidade financeira das instituições para 2027.