O rastreio da Retinopatia Diabética já chegou a 9.759 utentes na ilha de São Miguel em dois anos – é uma taxa de adesão de 86%.
O rastreio, que se encontrava suspenso desde 2019 em São Miguel, foi retomado em abril de 2024 com o objetivo de reforçar a prevenção e a deteção precoce de uma das principais complicações associadas à diabetes, permitindo identificar alterações da retina numa fase em que o utente pode ainda não apresentar sintomas.
Na ilha de São Miguel, atendendo à sua dispersão geográfica, o rastreio é realizado nos diferentes centros de saúde, aproximando esta resposta dos utentes.
Nas restantes ilhas, o rastreio manteve-se sempre em funcionamento normal, com os médicos de Medicina Geral e Familiar a assegurarem a referenciação dos utentes para os serviços de Oftalmologia hospitalares.