Danças e bailinhos regressam à ilha Terceira

Ano da retoma marcado por menos participações mas sem perda de identidade

Durante quatro dias, o teatro popular de expressão livre enche os salões da ilha Terceira.

A pandemia, as crises nas direções das sociedades e a saída do mais conhecido autor de assuntos parecia ameaçar as danças e bailinhos mas, apesar de haver menos quase duas dezenas de grupos a participar, esta tradição secular regressou com a mesma identidade.