O serviço noturno da secção de bombeiros da Calheta no Topo, em São Jorge, encerrou a 1 de janeiro, gerando preocupação na Junta de Freguesia.
A autarca Noélia Brasil teme atrasos em emergências, destacando a distância de 30km à sede e os intensos nevoeiros da Serra do Topo – “Não vamos esperar que aconteça uma desgraça”, alerta, referindo que a decisão afeta cerca de mil habitantes.
Em resposta, Leocádia Silva, presidente dos Bombeiros Voluntários da Calheta, garante que o socorro está “plenamente garantido”.
A decisão deve-se à falta de recursos para manter um serviço noturno que era uma opção autónoma da associação, não uma exigência legal.
O dispositivo diurno, financiado pelo Serviço Regional de Proteção Civil, mantém-se inalterado, assegurando a capacidade de resposta em qualquer período do dia ou da noite.