A NATO está a investir numa nova rede de satélites para reforçar a vigilância sobre potenciais ameaças aos países da aliança.
São satélites óticos e de vigilância eletrónica, de vários espectros eletromagnéticos, integrando dados de satélites comerciais e militares.
O Atlântico é uma das zonas prioritárias devido à importância estratégica dos cabos submarinos de fibra ótica.