Vários partidos já reagiram à suspensão do reembolso e acusam o Governo da República de desrespeito pelos açorianos.
Numa publicação nas redes sociais, Francisco César disse que a República já habituou os açorianos à falta de consideração e que, mesmo que esta suspensão seja por pouco tempo, a população deveria ter sido avisada com antecedência e criadas alternativas ao processo.
O Chega acusou o Primeiro-ministro de gozar com os açorianos e de desprezo político puro – José Pacheco criticou a República por criar burocracia, impor obstáculos e tratar os açorianos como portugueses de segunda.
O Grupo Parlamentar do CDS/Açores também reagiu e considera inaceitável a suspensão do pagamento do subsídio – adianta ainda que a situação está a gerar incerteza e constrangimentos para os residentes nos Açores, comprometendo um instrumento essencial para a coesão territorial e a garantia do direito à mobilidade.
O Bloco de Esquerda diz que o Governo da República foi incapaz, até hoje, de resolver os diversos problemas do subsídio de mobilidade e considera que todas as medidas implementadas até aqui vieram penalizar os residentes nos Açores – António Lima afirma mesmo que a tentativa da República em cortar, aos poucos, este subsídio é cada vez mais indisfarçável.
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