Grande Debate
Programa de debate quinzenal sobre temas que marcam a atualidade na Região.
Programa de debate quinzenal sobre temas que marcam a atualidade na Região.
A atividade piscatória, na Região, atravessa um dos momentos mais difíceis - da captura à transformação, há um acumular de preocupações que levam profissionais, associações e industriais a duvidar da sua sustentabilidade. O início do ano trouxe a entrada em vigor das Áreas Marinhas Protegidas mas os pescadores desconhecem ainda as compensações financeiras. Entretanto, o aumento dos combustíveis, a subida das taxas de assistência em escala e das taxas de lota agravam os custos de operação - há expectativas depositadas nos Planos de Restruturação das Pescas e da Lotaçor. Num arquipélago onde a fileira da pesca é responsável por sete mil postos de trabalho e contribui para 7% do PIB Regional, o Grande Debate pergunta: -Que contrapartidas terão os pescadores pela criação das áreas marinhas protegidas? Quais os desafios que enfrenta o setor? A fileira tem condições para ser competitiva? Com a jornalista Marta Silva e os convidados: ▪ Jorge Gonçalves, Presidente Federação das Pescas ▪ Mário Rui Pinho, Secretário Regional do Mar e das Pescas ▪ Rogério Veiros, Representante Pão do Mar - Associação de Industriais de Conservas ▪ Pedro Melo, Presidente Associação de Comerciantes de Pescado ▪ Miguel Machete, Coordenador do Programa de Observação para as Pescas dos Açores.
A Guerra no Irão está a provocar um efeito dominó na economia global. O fecho do estreito de Ormuz, corredor estratégico responsável por 20% da produção mundial de petróleo, levou à escalada do preço dos combustíveis no continente. Nos Açores os efeitos chegam com o acerto mensal, o que já levou o Governo Regional a anunciar uma descida do ISP, em abril. Apesar do anúncio da Administração Trump de suspender por cinco dias os ataques no Médio Oriente, o clima de incerteza mantém-se. O Banco Central Europeu admite uma escalada da inflação e revê em baixa o crescimento económico para os próximos dois anos. A crise provocada pelo conflito é extensível aos bens alimentares, à fatura da energia e a médio prazo às taxas de juro. Que Impacto tem este conflito na vida das famílias e das empresas açorianas? Que medidas devem ser tomadas para atenuar os efeitos? Até onde vai a autonomia energética com base nas renováveis? Questões em análise no Grande Debate com a jornalista Marta Silva e os convidados: ▪ Bruno Belo, Diretor Regional Empreendedorismo e Competitividade ▪ Sónia Borges de Sousa, Presidente Associação de Revendedores de Combustíveis dos Açores ▪ João Teixeira, Especialista em Finanças ▪ Romão Braz, Presidente Executivo Grupo Finançor ▪ Natália Nunes, Coordenadora Gabinete Financeiro DECO
O ataque ao Irão pelos Estados Unidos da América e por Israel recolocou os holofotes mediáticos sobre a Base das Lajes. A discussão em torno da importância geoestratégica desta infraestrutura militar portuguesa, na ilha Terceira, reacendeu-se no país e na Região. O acordo de Cooperação e Defesa em vigor entre Portugal e os EUA data de 1995 e há quem defenda que chegou o momento de o rever. Outros consideram que este não é o tempo certo para alterar seja o que for. Mas afinal, o que tem ganho e perdido os Açores com a utilização militar norte-americana das Lajes? Um tema em discussão no Grande Debate com o jornalista Rúben Medeiros e os convidados: ▪ Lumena Raposo, jornalista especialista em Médio Oriente ▪ Artur Lima, Vice presidente do Governo Regional ▪ Luís Andrade, Especialista em Relações Internacionais ▪ António Menezes, Advogado e ex governante ▪ Armando Mendes, jornalista doutorado em Relações Internacionais
A polémica instalou-se no desporto. Tudo fazia crer que o apoio à 'Palavra Açores' tinha os dias contados. Mas o Governo Regional voltou atrás na intenção de aplicar cortes já na próxima época desportiva. 16 clubes e o campeão regional de ralis respiraram de alívio com o volte-face. Sem este apoio de um milhão de euros, a participação das equipas insulares em competições nacionais estava comprometida. Com o passo atrás do Governo, a SAD do Santa Clara, que ameaçava deixar os Açores, acaba também por recuar. Ainda assim, a tutela não abre mão de rever o modelo de financiamento dos clubes. Qual o impacto destes apoios? Como será o novo modelo de financiamento? Com a jornalista Marta Silva e os convidados: ▪ Sofia Ribeiro, Secretária Regional da Educação, Cultura e Desporto ▪ Carlos Silveira, Presidente da Associação de Voleibol de São Miguel ▪ Arsénio Furtado, Diretor-geral do União Micaelense ▪ Maurício Toledo, Presidente da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo
Consideradas autênticas embaixadas informais dos Açores espalhadas pelo mundo, as Casas dos Açores servem de elo de ligação entre as várias comunidades açorianas e a Região, funcionando também como divulgadoras dos Açores, dos açorianos e da sua cultura. Em 2027, os Açores vão celebrar 600 anos. Há quatro séculos que os açorianos emigram para várias partes no mundo. Que oportunidades e que desafios enfrentam estas instituições? Uma reflexão para fazer no Grande Debate com o jornalista Ruben Medeiros e os convidados: ▪ Paulo Estêvão, Secretário Regional das Comunidades ▪ Francisco Viveiros, Presidente Casa dos Açores Nova Inglaterra ▪ José Santos, Presidente Casa dos Açores Winnipeg ▪ Delfina Porto, Presidente Casa dos Açores Lisboa ▪ Onésimo Teotónio Almeida, Professor Universitário
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