O Tribunal rejeitou a providência cautelar interposta pelo Atlantic Connect Group, que contestava a exclusão do grupo do concurso para a privatização da Azores Airlines e pedia a suspensão do processo de venda da companhia aérea.
O Tribunal Administrativo de Ponta Delgada concluiu que, no confronto de interesses públicos e privados, os prejuízos que decorreriam da providência cautelar para a SATA Holding excedem em larga medida os prejuízos que o consórcio alega ter tido – motivo pelo qual o Tribunal não dá provimento à providência cautelar, apurou a RTP Antena 1 Açores.