O Conselho de Administração da SATA acompanha a avaliação negativa do júri do concurso de privatização.
Incumprimento do caderno de encargos, indisponibilidade para injetar capital próprio na Azores Airlines, recusa de ficar com todos os trabalhadores e manutenções futuras das aeronaves a cargo da SATA são os quatro motivos invocados por Tiago Santos para recusar a proposta do Atlantic Connect Group.
Um outro motivo é o pagamento – os privados oferecem, por 85% do capital social da Azores Airlines, 17 milhões de euros, mas esse encaixe financeiro pode nem sequer chegar à SATA.