O médico do Santa Clara diz que em alguns casos a assistência imediata pode fazer a diferença.
Diogo Borges defende que devia ser criada uma rede de desfibrilhadores nos locais onde se pratica desporto.
A morte do guarda-redes de andebol do Futebol Clube do Porto e da seleção nacional Alfredo Quintana abre novamente a discussão sobre a condição física dos desportistas e o socorro prestado após paragem cardiorrespiratória.
O médico do Santa Clara diz que em alguns casos a assistência imediata pode fazer a diferença.
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