A Câmara Municipal da Praia da Vitória pode ficar impedida de utilizar imóveis que pertenciam a empresas municipais.
Isto porque o Tribunal de Contas recusou o visto para internalizar a Praia em Movimento e a Sociedade para o Desenvolvimento do Concelho.
A solução, para ultrapassar o passivo de 8 milhões de euros, passa pela venda de património em hasta pública.