O primeiro mapa genético do priolo já foi publicado por investigadores da Universidade de Lisboa, abrindo uma nova porta para a salvação desta ave que apenas existe na ilha de São Miguel.
O estudo do ADN vai permitir perceber o histórico de isolamento da espécie e monitorizar a sua diversidade genética.
Depois de ter estado à beira da extinção no início do século XX, devido à destruição do seu habitat na floresta de Laurissilva, a população recuperou para cerca de mil indivíduos, mas o priolo continua classificado como “vulnerável”.
Segundo o coordenador científico Ricardo Jorge Lopes, este avanço assume um papel crucial a longo prazo, pois vai ajudar o Governo Regional e a SPEA a criarem estratégias de gestão e conservação mais eficazes para garantir a sobrevivência futura de uma das aves mais raras da Europa.