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Ciências e Natureza

Geoparque Açores em 5 minutos

Imagem de Geoparque Açores em 5 minutos

Geoparque Açores em 5 minutos

A conservação geológica, a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável do Geoparque Açores.

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  • 10 Mar, 2026
    10 Mar, 2026

    Altares Valoriza o Património Geológico

    A Junta de Freguesia dos Altares, na ilha Terceira, em parceria com o Geoparque Açores, promoveu no final do mês de fevereiro 'Vulcões: o Belo e o Horrível', uma iniciativa do Clube da Biblioteca dos Altares, que contou com 22 crianças e jovens. A atividade foi dedicada à descoberta das duas dimensões do vulcanismo: a beleza do património geológico e o potencial destrutivo das erupções. Parceira do Geoparque Açores desde 2020, a junta de freguesia reforçou, com esta ação, o seu compromisso com a valorização da geodiversidade local e com o envolvimento da comunidade mais jovem na compreensão da identidade vulcânica do território. Ao longo da atividade, as crianças foram desafiadas a olhar para os elementos geológicos da sua freguesia, como parte integrante da sua história e da identidade local. O Pico Matias Simão e o Pico Rachado estiveram no centro da conversa, simbolizando 'o belo': a herança natural que molda a paisagem, inspira curiosidade e reforça o sentimento de pertença face ao território. Mas o vulcanismo não existe apenas na sua face encantadora, e a iniciativa quis também mostrar 'o horrível': os riscos associados às erupções e a forma como as comunidades devem agir perante um fenómeno deste tipo. Falou-se do impacto das erupções vulcânicas, da importância da preparação e, sobretudo, do papel fundamental do núcleo local de proteção civil, cuja ação preventiva e formativa é essencial. A componente prática da atividade foi um dos momentos mais entusiasmantes para os participantes. As crianças construíram o seu próprio vulcão em massa de modelar e realizaram uma 'erupção efusiva', recriando de forma lúdica e segura o comportamento típico deste tipo de erupção. Entre espuma, cor e descoberta, aprenderam como a ciência pode ser fascinante quando ganha forma nas próprias mãos. A iniciativa terminou com muitas perguntas e a certeza de que compreender o território é o primeiro passo para o respeitar, proteger e valorizar. A Junta de Freguesia dos Altares e o Geoparque Açores reforçam, assim, uma parceria ativa que continua a aproximar os mais jovens do património geológico e da realidade única em que vivem, promovendo conhecimento, identidade e responsabilidade.

    8min

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  • 03 Mar, 2026
    03 Mar, 2026

    Carta Europeia de Turismo Sustentável

    A Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS) é uma iniciativa da Federação EUROPARC que promove o desenvolvimento de um turismo sustentável em Áreas Protegidas e Classificadas da Europa, através de um compromisso voluntário entre entidades públicas, gestores de áreas protegidas, empresas turísticas e comunidades locais, e que pretende compatibilizar conservação, bem-estar da população e qualidade da experiência turística. Em Portugal, vários territórios já foram galardoados com esta distinção: Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Montanhas Mágicas (Montemuro, Arada, Gralheira e Geoparque Arouca), Parque Nacional da Peneda-Gerês, Terras do Lince (incluído no território do geoparque naturtejo) e Terras do Priolo. O priolo é uma espécie de ave endémica da ilha de São Miguel, mais especificamente da zona montanhosa localizada a leste desta ilha, que abrange os concelhos do Nordeste e da Povoação. Vive predominantemente na Serra da Tronqueira e no Pico da Vara, na parte leste da ilha de São Miguel. Alimenta-se basicamente da flora (flores) da floresta laurissilva. Um dos grandes motivos da sua quase extinção foi, além da destruição do habitat natural, a perseguição que lhe foi movida no século XIX durante o ciclo da laranja, justamente pela grande destruição que fazia nas flores das laranjeiras. Nos Açores, as Terras do Priolo (que incluem os concelhos do Nordeste e Povoação, na ilha de São Miguel) aderiram à Carta Europeia de Turismo Sustentável em 2012, reconhecendo o trabalho desenvolvido para garantir a sustentabilidade, alinhando com a conservação da natureza e o respeito pela identidade local. Este território integra múltiplos geossítios do Geoparque Açores: Caldeira do Vulcão das Furnas, Pico da Vara e Planalto dos Graminhais, Caldeira da Povoação, Salto da Farinha, Vale da Ribeira Quente e o Vale da Ribeira do Faial da Terra.

    8min

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  • 24 Fev, 2026
    24 Fev, 2026

    Bolsa de Turismo de Lisboa

    A promoção dos territórios enquanto destinos turísticos sustentáveis e centrados na valorização das comunidades locais permanece uma das principais missões dos Geoparques Mundiais da UNESCO. Nesse sentido, o Geoparque Açores marcará novamente presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorrerá entre os dias 25 de fevereiro e 1 de março, reforçando o compromisso com a divulgação da identidade geológica, natural e cultural do arquipélago. Integrado no stand dos Geoparques Portugueses, o Geoparque Açores participará numa representação conjunta que reúne todos os Geoparques Mundiais da UNESCO em Portugal - Naturtejo, Arouca, Açores, Terras de Cavaleiros, Oeste e Estrela - assim como os dois territórios atualmente aspirantes a Geoparque Mundial da UNESCO: Litoral de Viana do Castelo e Algarvensis. Esta presença coletiva reforça o posicionamento dos geoparques nacionais enquanto destinos de excelência e de sustentabilidade, promovendo a identidade natural e cultural dos territórios e valorizando as parcerias no desenvolvimento de serviços e produtos identitários do território. Durante o evento, o Geoparque Açores dará destaque ao trabalho desenvolvido com os seus parceiros e à importância crescente dos geoprodutos como ferramentas de valorização económica e cultural das comunidades locais. A participação na BTL constitui também uma oportunidade para consolidar a Rede de Parceiros do Geoparque Açores e o estabelecimento de novas colaborações estratégicas alinhadas com o desenvolvimento sustentável do território. Terá lugar uma sessão de discussão pública dedicada ao tema '9 Ilhas - 1 Geopark: Uma Estratégia Integrada para o Turismo Sustentável dos Açores', que reunirá responsáveis nas áreas do turismo e do ambiente. Foram ainda convidados a participar os associados da GEOAÇORES e a associação de municípios, reforçando a importância de uma visão conjunta e integrada para o futuro sustentável do destino Açores enquanto destino UNESCO. A participação do Geoparque Açores na BTL 2025 reafirma o seu papel enquanto agente ativo na promoção de um turismo responsável, focado no bem-estar das comunidades e na preservação da autenticidade dos territórios.

    5min

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  • 17 Fev, 2026
    17 Fev, 2026

    Crise de 1964 em São Jorge

    Em fevereiro, a memória açoriana recua inevitavelmente a 1964, quando em São Jorge a terra tremeu. A formação de São Jorge associa-se exclusivamente a vulcanismo basáltico fissural, ou seja, a ilha não apresenta nenhum grande edifício vulcânico central, em vez disso, apresenta-se como uma extensa cordilheira vulcânica, que é composta por cerca de 350 pequenos vulcões - a sua maioria cones de escórias. Estes pequenos vulcões surgiram alinhados ao longo de um conjunto de falhas e fraturas que existem na crosta terrestre - daí a forma estreita e alongada da ilha. O vulcanismo que edificou a ilha de São Jorge incluiu também episódios de atividade vulcânica submarina, e que levaram à formação dos cones de tufos surtseianos do Morro Grande de Velas e do Morro de Lemos. Em tempos históricos, desde o povoamento, sabe-se da ocorrência de duas erupções em terra - a de 1580 e a de 1808. A erupção de 1580 deu origem a escoadas de lava basáltica emitidas em três focos principais, junto da Ribeira do Almeida, na Queimada (a sul de Santo Amaro) e entre a Ribeira do Nabo e a praia das Cruzes (a oeste da Urzelina). E a de 1808, conhecida como o Mistério da Urzelina, os produtos vulcânicos foram emitidos das Bocas de Fogo (ou Caldeirinhas), um conjunto de crateras localizado na cordilheira vulcânica central da ilha e movimentaram-se para sul ao longo das encostas, tendo atingido o mar na zona da Urzelina. Entre agosto de 1963 e fevereiro de 1964, a ilha de São Jorge enfrentou uma intensa crise sísmica. Após pequenos sismos sentidos em várias ilhas, a atividade intensificou-se de forma abrupta a 15 de fevereiro de 1964, com centenas de abalos diários, inicialmente concentrados entre Urzelina, Manadas e Pico da Esperança, e deslocando-se depois para a zona dos Rosais. Os sismos causaram estragos significativos, destruindo grande parte das casas nos Rosais e nas Velas e danificando mais de 900 habitações. Durante este período foram também registados cheiros sulfurosos e observada uma mancha esbranquiçada no mar, sugerindo uma possível erupção submarina. A crise teve antecedentes claros. Em 13 de dezembro de 1963, os sismógrafos do Observatório de Horta registaram um tremor de terra vulcânico contínuo, que persistiu até janeiro de 1964 e que foi inicialmente associado ao vulcão dos Capelinhos. A 29 de janeiro e 1 de fevereiro, dois cabos submarinos que atravessavam o canal de São Jorge romperam por tração, o que reforçou a suspeita de instabilidade tectónica e vulcânica na região. No dia 14 de fevereiro, foram sentidos novos tremores vulcânicos, imediatamente antes do início da fase mais intensa da crise, que teve início a 15 de fevereiro pelas 07h00. Nesse dia foram sentidos 179 sismos, seguindo-se 125 no dia 16, e diminuindo gradualmente a partir daí. Os cheiros a enxofre entre 18 e 20 de fevereiro nas Velas e, posteriormente, nos Rosais, Beira, Santo Amaro e Norte Grande reforçaram a hipótese de atividade vulcânica submarina não visível devido ao estado do mar. Acrescenta-se o facto de a tripulação de uma embarcação que atravessou o canal durante uma forte tempestade ter relatado a presença de uma grande mancha esbranquiçada na superfície do mar, possível indício do local desta erupção submarina (Zbyzewski et al., 1977). Hoje, ao recordar a crise sísmica de 1964, não se assinala apenas um acontecimento geológico, celebra-se também a capacidade das comunidades em enfrentar o medo, reconstruir o que perdeu e continuar a viver entre vulcões, falésias e fajãs - numa ilha cuja identidade está profundamente entrelaçada com a sua história geológica.

    8min

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  • 10 Fev, 2026
    10 Fev, 2026

    Geminação do Geoparque Açores com Geoparque Aso no Japão

    Aso Unesco Global Geopark, no Japão, e o Geoparque Açores, realizaram uma reunião de trabalho que conduzirá à geminação dos dois territórios unidos pela identidade vulcânica que os caracteriza. Uma oportunidade enriquecedora para ambos os territórios que foi partilhada com os parceiros do Aso UNESCO Global Geopark. A geminação entre estes dois geoparques, reconhecidos pela UNESCO como instrumentos para o desenvolvimento sustentável, permitirá ainda fortalecer as ligações entre comunidades que vivem diariamente com os riscos geológicos. Mais do que um acordo formal, é uma celebração da capacidade de transformar paisagens desafiantes em territórios de conhecimento, resiliência e identidade. A cooperação entre o Geoparque de Aso e o Geoparque Açores demonstra que a geodiversidade pode aproximar regiões distantes e inspirar novas formas de proteger, valorizar e compreender o planeta que habitamos.

    6min

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Ficha Técnica
Título
Geoparque Açores em 5 minutos
Autoria
Antena 1 Açores
Apresentação
Rosa Margarida

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