A operação da TUI no Aeroporto do Pico, há uma década, foi “relevante” e abriu novas portas nos Açores, afirmou esta sexta-feira o Grupo Aeroporto do Pico.
Contudo, o seu fim prematuro deveu-se à “falta de condições” da pista, e não à procura, que continua a existir.
O grupo defende que o Pico necessita de uma infraestrutura aeroportuária adequada, sugerindo inclusive operações no inverno para combater a sazonalidade.
Esta questão ganha novo fôlego com a Associação Regional de Turismo (ART) a ter de devolver quase 700 mil euros de fundos comunitários, relativos ao financiamento dessa operação.
O Grupo Aeroporto do Pico refuta que a devolução esteja associada ao incumprimento ou baixa ocupação dos voos entre Amesterdão e o Pico.
A TUI, que transportou 846 turistas em 16 voos em 2016, suspendeu a rota citando baixa ocupação, mas o debate sobre as verdadeiras causas e o futuro da pista do Pico mantém-se.