Presidente do HDES diz que recuperação das listas de espera está condicionada pelo incêndio e falta de recursos humanos

Assinalam-se hoje dois anos após o incêndio no Hospital de Ponta Delgada.

Carlos Pinto Lopes é o 3º presidente do Conselho de Administração do Hospital Divino Espírito Santo em dois anos – à data do incêndio a instituição era liderada por Manuela Gomes de Meneses que foi depois substituída por Paula Macedo.

Entrevistado pela RTP Antena 1 Açores, Carlos Pinto Lopes admite que as mudanças de liderança não foram benéficas.

O responsável do Hospital admite que o processo para que existam as obras vai ser longo – há ainda muito trabalho burocrático, se tudo correr bem, no final de 2027 poderão estar a começar as grandes obras que serão resultado do plano funcional, entretanto já aprovado e entregue ao governo.

A Unidade de Saúde tem presentemente enfermarias encerradas e dois blocos operatórios sem funcionar. O fecho destas estruturas resultam do incêndio mas também da falta de recursos humanos.

A escassez de médicos e enfermeiros condiciona a recuperação das listas de espera.